
Bragança situa-se no norte de Portugal, na subregião do Alto Trás-os-Montes. Tem cerca de 25 mil habitantes na zona urbana e 20309 na cidade. O seu Distrito, Distrito de Bragança tem 49 freguesias.
Tem como limites a norte e leste, Espanha, a sudoeste Macedo de Cavaleiros, a oeste Vinhas e a sueste Vimioso.
Com o nome inicial Brigantia, Bragança foi fundada no séc. II a.C., sendo uma povoação importante durante a ocupação romana e posteriormente durante as guerras cristãs contra os mouros. Em 1446 D.Afonso V elevou Bragança à categoria de cidade.
O Castelo de Bragança situa-se no Distrito de Bragança na margem do rio Fervença. No local onde existiu primeiramente um castro neolítico, ocupado por romanos, no reinado de D. Dinis, o castelo foi construído no século XIV para defender a fronteira até às invasões napolionicas.
Este Castelo é também fonte de uma lenda, a Lenda da Torre da Princesa. Consiste numa paixão entre uma bela princesa orfã e um nobre com poucos recurso que parte numa longa jornada em busca de fortuna, para pedir a mão à princesa posteriormente. Nesta jornada, a princesa recusa todos os pretendentes que o senhor do castelo, seu tio lhe tenta prometer. Até que um dia, o tio a promete a um amigo e para convencê-la do compromisso disfarça-se do fantasma do nobre ausente para entrar numa porta dos aposentos da princesa. Prestes a conseguir um juramento da princesa, um raio de sol inrrompeu na janela dos aposentos da princesa apesar de ser noite e desmacara o senhor do castelo. Desde aí a princesa passou a viver recolhida na torre que hoje leva o seu nome, e as duas portas passaram a ser conhecidas como Porta da Traição e Porta do Sol, respectivamente.
O principal teatro de Bragança é o Teatro Municipal de Bragança, projectado pelo arquitecto Filipe Oliveira Dias, em 2001. É uma referência da arquitectura contemporânea portuguesa e uma obra pública de grande expressão nesta cidade.
O museu militar de Bragança foi fundado a 1929, sob o pretexto da recuperação do Castelo e a extinção do Batalhão, este museu também ficou desactivo, regressando a 1983 enriquecido por peças de armamento ligeiro desde o século XII até à 1ª Guerra Mundial. Este museu ocupa todo o interior da Torre e um promenor interessante é que a maioria das peças originais foram doadas pelos habitantes da cidade (participantes nas Campanhas de África e 1ª Guerra).
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