
Coimbra é cidade principal da região Centro de Portugal, situada na subregião do Baixo Mondego, com cerca de 101 069 habitantes.
Cidade historicamente de estudantes, conta actualmente com perto de 30 mil estudantes, grande parte dos mesmos de fora, somando-se ainda cerca de 40 a 45 mil entradas de população que reside em concelhos periféricos, resulta uma população flutuante de aproximadamente 220.000 pessoas.
O município é limitado a norte pelo município de Mealhada, a leste por Penacova, Vila Nova de Poiares e Miranda do Corvo, a sul por Condeixa-a-Nova, a oeste por Montemor-o-Velho e a noroeste por Cantanhede.
É considerada uma das mais importantes cidades portuguesas, devido a infraestruturas, organizações e empresas que detém e que servem toda a população, que a sua importância histórica e privilegiada posição geográfica na região centro, lhe possibilitou centralizar, tendo como exemplo a Universidade de Coimbra.
Foi Capital Nacional da Cultura em 2003 e é uma das cidades mais antigas de Portugal, tendo sido capital do Reino, e apresenta como principal ex-libris a sua Universidade, a mais antiga de Portugal e dos países de língua portuguesa, e uma das mais antigas da Europa.
Cidade historicamente de estudantes, conta actualmente com perto de 30 mil estudantes, grande parte dos mesmos de fora, somando-se ainda cerca de 40 a 45 mil entradas de população que reside em concelhos periféricos, resulta uma população flutuante de aproximadamente 220.000 pessoas.
O município é limitado a norte pelo município de Mealhada, a leste por Penacova, Vila Nova de Poiares e Miranda do Corvo, a sul por Condeixa-a-Nova, a oeste por Montemor-o-Velho e a noroeste por Cantanhede.
É considerada uma das mais importantes cidades portuguesas, devido a infraestruturas, organizações e empresas que detém e que servem toda a população, que a sua importância histórica e privilegiada posição geográfica na região centro, lhe possibilitou centralizar, tendo como exemplo a Universidade de Coimbra.
Foi Capital Nacional da Cultura em 2003 e é uma das cidades mais antigas de Portugal, tendo sido capital do Reino, e apresenta como principal ex-libris a sua Universidade, a mais antiga de Portugal e dos países de língua portuguesa, e uma das mais antigas da Europa.
Coimbra foi berço de nascimento de seis reis de Portugal, da Primeira Dinastia, assim como da primeira Universidade do País e uma das mais antigas da Europa.
Os Romanos chamaram à cidade, que se erguia pela colina sobre o Rio Mondego, Aeminium. Mais tarde, com o aumento da sua importância passou a ser sede de Diocese, substituindo a cidade romana de Conímbriga, donde derivou o seu novo nome. Em 711 os mouros chegaram à Península Ibérica e a cidade passa a chamar-se Kulūmriyya, tornando-se num importante entreposto comercial entre o norte cristão e o sul árabe, com uma forte comunidade moçárabe. Em 871 torna-se Condado de Coimbra mas apenas em 1064 a cidade é definitivamente reconquistada por Fernando Magno de Leão.
Com o Condado Portucalense, o conde D. Henrique e a rainha D. Teresa fazem dela a sua residência, e viria a ser na segurança das suas muralhas que iria nascer o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, que faz dela a capital do condado, substituindo Guimarães até 1255, quando a capital passa a ser Lisboa.
Desde meados do séc. XVI que a história da cidade passa a girar em torno à história da Universidade de Coimbra, sendo apenas já no séc. XIX que a cidade se começa a expandir para além do seu casco muralhado, que chega mesmo a desaparecer com a reformas levadas a cabo pelo Marquês de Pombal.
Com a Universidade como referência inultrapassável, desta surgem movimentos estudantis, de cariz quer político, quer cultural, quer social. Muitos desses movimentos e entidades não resistiram ao passar dos anos, mas outros ainda hoje resistem com vigor ao passar dos anos.
Os Romanos chamaram à cidade, que se erguia pela colina sobre o Rio Mondego, Aeminium. Mais tarde, com o aumento da sua importância passou a ser sede de Diocese, substituindo a cidade romana de Conímbriga, donde derivou o seu novo nome. Em 711 os mouros chegaram à Península Ibérica e a cidade passa a chamar-se Kulūmriyya, tornando-se num importante entreposto comercial entre o norte cristão e o sul árabe, com uma forte comunidade moçárabe. Em 871 torna-se Condado de Coimbra mas apenas em 1064 a cidade é definitivamente reconquistada por Fernando Magno de Leão.
Com o Condado Portucalense, o conde D. Henrique e a rainha D. Teresa fazem dela a sua residência, e viria a ser na segurança das suas muralhas que iria nascer o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, que faz dela a capital do condado, substituindo Guimarães até 1255, quando a capital passa a ser Lisboa.
Desde meados do séc. XVI que a história da cidade passa a girar em torno à história da Universidade de Coimbra, sendo apenas já no séc. XIX que a cidade se começa a expandir para além do seu casco muralhado, que chega mesmo a desaparecer com a reformas levadas a cabo pelo Marquês de Pombal.
Com a Universidade como referência inultrapassável, desta surgem movimentos estudantis, de cariz quer político, quer cultural, quer social. Muitos desses movimentos e entidades não resistiram ao passar dos anos, mas outros ainda hoje resistem com vigor ao passar dos anos.
Outro local muito conhecido em coimbra é Portugal dos Pequenitos, um parque temático
sito no Largo do Rossio de Santa Clara, especificamente concebido e construído como um espaço lúdico-pedagógico para mostrar às crianças aspectos da arquitectura e da história doImpério Português. Iniciado nos finais de 1930 e princípios de 1940, a concepção e arquitectura do parque estão fortemente imbuídas do espírito nacionalista do tempo. O parque foi inaugurado a 8 de Junho de 1940.
O Portugal dos Pequenitos permanece um dos parques temáticos dedicados à criança mais visitados de Portugal, apresentando construções em escala reduzida representando monumentos e outros elementos sobre a arquitectura e a História de Portugal.
O Portugal dos Pequenitos organiza-se em três zonas complementares:
A primeira parte da construção, efectuada entre 1938 e 1940, é constituída pelo conjunto de casas regionais portuguesas: solares de Trás-os-Montes e Minh , casas típicas de cada região com pomares, hortas e jardins, capelas, azenhas e pelourinhos. A este núcleo, pertence também o conjunto de Coimbra, espaço onde se encontram representados os monumentos mais importantes da cidade.
A segunda fase integra a “área monumental”, espaço ilustrativo dos monumentos portugueses de norte a sul do país, de realçar a cópia da janela do Convento de Cristo (Tomar).
sito no Largo do Rossio de Santa Clara, especificamente concebido e construído como um espaço lúdico-pedagógico para mostrar às crianças aspectos da arquitectura e da história doImpério Português. Iniciado nos finais de 1930 e princípios de 1940, a concepção e arquitectura do parque estão fortemente imbuídas do espírito nacionalista do tempo. O parque foi inaugurado a 8 de Junho de 1940.O Portugal dos Pequenitos permanece um dos parques temáticos dedicados à criança mais visitados de Portugal, apresentando construções em escala reduzida representando monumentos e outros elementos sobre a arquitectura e a História de Portugal.
O Portugal dos Pequenitos organiza-se em três zonas complementares:
A primeira parte da construção, efectuada entre 1938 e 1940, é constituída pelo conjunto de casas regionais portuguesas: solares de Trás-os-Montes e Minh , casas típicas de cada região com pomares, hortas e jardins, capelas, azenhas e pelourinhos. A este núcleo, pertence também o conjunto de Coimbra, espaço onde se encontram representados os monumentos mais importantes da cidade.
A segunda fase integra a “área monumental”, espaço ilustrativo dos monumentos portugueses de norte a sul do país, de realçar a cópia da janela do Convento de Cristo (Tomar).
A terceira fase, terminada em finais de 1950, a engloba a representação etnográfica e monumental das então provincias ultramarinas africanas, do Brasil, de Macau, do Estado Português da Índia e de Timor Português, rodeados por vegetação própria destas regiões. Esta fase integra também monumentos dos arquipélagos portugueses - Açores e Madeira.
O grande espaço museológico de Coimbra por excelência é oMuseu Nacional de Machado de Castro junto à Sé Nova, instalado no antigo Paço Episcopal da cidade. Considerado um dos mais importantes museus do país, possui colecções importantes de pintura, escultura, ourivesaria, cerâmica e têxteis.
A universidade possui também colecções museológicas de raro valor, destacando-se as colecções de instrumentos científicos dos séculos XVIII e XIX do Museu de Física, e as colecções de Antropologia, Zoologia, Botânica e Mineralogia do Museu de História Natural. Recentemente, estas colecções foram agrupadas no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, que é assim um dos núcleos museológicos de ciência mais importantes a nível europeu.
Enquanto uma das primeiras capitais de Portugal e sede da mais antiga universidadePortuguesa, Coimbra tem sido ao longo dos séculos um importante centro musical. Historicamente, a Sé Nova, o Mosteiro de Santa Cruz (fundado por D. Afonso Henriques) e a Universidade (com aula de música desde 1323) constituíram os principais centros de produção e prática musical. D. Pedro de Cristo e Carlos Seixas são referências cimeiras na música portuguesa, a que se juntam os nomes de D. Pedro da Esperança, D. Francisco de Santa Maria, D. Heliodoro de Paiva, Fernão Gomes Correia, Vasco Pires, Mateus de Aranda, Pedro Thalésio ou José Maurício.
O fado de Coimbra está intimamente ligado às tradições académicas e caracteriza-se por uma guitarra com uma estrutura, configuração e afinação própria. Nomes como Adriano Correia de Oliveira e Zeca Afonso, cantores e poetas revolucionaram a música tradicional portuguesa.
A universidade possui também colecções museológicas de raro valor, destacando-se as colecções de instrumentos científicos dos séculos XVIII e XIX do Museu de Física, e as colecções de Antropologia, Zoologia, Botânica e Mineralogia do Museu de História Natural. Recentemente, estas colecções foram agrupadas no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, que é assim um dos núcleos museológicos de ciência mais importantes a nível europeu.
Enquanto uma das primeiras capitais de Portugal e sede da mais antiga universidadePortuguesa, Coimbra tem sido ao longo dos séculos um importante centro musical. Historicamente, a Sé Nova, o Mosteiro de Santa Cruz (fundado por D. Afonso Henriques) e a Universidade (com aula de música desde 1323) constituíram os principais centros de produção e prática musical. D. Pedro de Cristo e Carlos Seixas são referências cimeiras na música portuguesa, a que se juntam os nomes de D. Pedro da Esperança, D. Francisco de Santa Maria, D. Heliodoro de Paiva, Fernão Gomes Correia, Vasco Pires, Mateus de Aranda, Pedro Thalésio ou José Maurício.
O fado de Coimbra está intimamente ligado às tradições académicas e caracteriza-se por uma guitarra com uma estrutura, configuração e afinação própria. Nomes como Adriano Correia de Oliveira e Zeca Afonso, cantores e poetas revolucionaram a música tradicional portuguesa.
Coimbra é ainda considerada uma "cidade de coros", devido ao elevado número deste tipo de formação na cidade. Destacam-se, entre os coros académicos, o Orfeon Académico de Coimbra, o Coro Misto da Universidade de Coimbra e o Coro da Capela da Universidade de Coimbra. Outros agrupamentos activos são o Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra, o Coro D. Pedro de Cristo, o Choral Poliphonico de Coimbra e o Coro Aeminium.
A nível do reportório e/ou da formação, há ainda grupos mais especializados como a Capela Gregoriana Psalterium, o Coro Vox Etherea, o Grupo Vocal Ad Libitum ou o Coro dos Pequenos Cantores de Coimbra.
A nível do reportório e/ou da formação, há ainda grupos mais especializados como a Capela Gregoriana Psalterium, o Coro Vox Etherea, o Grupo Vocal Ad Libitum ou o Coro dos Pequenos Cantores de Coimbra.
O Aqueduto de São Sebastião (ou Arcos do Jardim), situado em frente aoJardim Botânico da Universidade de Coimbra, foi outrora um aqueduto romano, que servia para abastecer a alta de Coimbra.Construído pelo engenheiro italiano Filipe Terzio no reinado de D. Sebastião, sobre ruinas de um aqueduto da época romana, ligava os morros onde se situavam o mosteiro de Santana e o Castelo, vencendo uma depressão em vinte e um arcos.
Por sobre o Arco de Honra existe um conjunto de duas esculturas representando, do lado Norte São Roque, do lado Sul São Sebastião.
O Convento de Santa Clara-a-Nova foi construído no século XVII em substituição ao antigo
mosteiro medieval de Santa Clara-a-Velha.
O mosteiro é um importante repositório de arte portuguesa dos séculos XIV a XVIII e alberga os restos da Rainha Santa Isabel, fundadora do mosteiro original.
O mosteiro de Santa Clara de Coimbra foi originalmente fundado nos inícios do século XIV, perto das margens do rio Mondego. Isabel de Aragão, rainha de Portugal e esposa de D. Dinis, foi a principal benfeitora do mosteiro nos seus inícios, tendo-o escolhido como lugar de seu sepultamento.
As constantes inundações de que era vítima o velho mosteiro levaram à decisão de construir outro edifício para a comunidade de clarissas. Assim, as obras do actual mosteiro começaram em 1649, estando já a igreja e vários edifícios conventuais terminados em 1696, quando se mudaram as últimas monjas. O arquitecto responsável pelo projecto foi João Turriano, frade beneditino, engenheiro-mor do reino e professor de matemática da Universidade de Coimbra.
mosteiro medieval de Santa Clara-a-Velha.O mosteiro é um importante repositório de arte portuguesa dos séculos XIV a XVIII e alberga os restos da Rainha Santa Isabel, fundadora do mosteiro original.
O mosteiro de Santa Clara de Coimbra foi originalmente fundado nos inícios do século XIV, perto das margens do rio Mondego. Isabel de Aragão, rainha de Portugal e esposa de D. Dinis, foi a principal benfeitora do mosteiro nos seus inícios, tendo-o escolhido como lugar de seu sepultamento.
As constantes inundações de que era vítima o velho mosteiro levaram à decisão de construir outro edifício para a comunidade de clarissas. Assim, as obras do actual mosteiro começaram em 1649, estando já a igreja e vários edifícios conventuais terminados em 1696, quando se mudaram as últimas monjas. O arquitecto responsável pelo projecto foi João Turriano, frade beneditino, engenheiro-mor do reino e professor de matemática da Universidade de Coimbra.
O Jardim da Manga ou Claustro da Manga é um logradouro público português, localizado perto
da igreja de Santa Cruz, na baixa da cidade de Coimbra. Há relatos de que o seu nome provém do facto de D. João III ter feito o seu traçado na manga do gibão que vestia. De suas origens, ainda restam as construções que preenchiam o centro do jardim e podem ver-se, dentro dos cubelos, quatro pequenos retábulos muito mutilados, atribuídos a João de Ruão. O jardim também tem como atrações lagos que, segundo seus admiradores, lhe dão frescura e beleza.
O claustro foi classificado como Monumento Nacional em 1934.
da igreja de Santa Cruz, na baixa da cidade de Coimbra. Há relatos de que o seu nome provém do facto de D. João III ter feito o seu traçado na manga do gibão que vestia. De suas origens, ainda restam as construções que preenchiam o centro do jardim e podem ver-se, dentro dos cubelos, quatro pequenos retábulos muito mutilados, atribuídos a João de Ruão. O jardim também tem como atrações lagos que, segundo seus admiradores, lhe dão frescura e beleza.O claustro foi classificado como Monumento Nacional em 1934.
Restaurantes:
- Restaurante Dom Duarte Dois
- Churrasqueira da Cidreira
- Restaurante A Moagem
- Restaurante Marisqueira Plataforma-De Celeste Russa
- Restaurante Casa das Marquinhas
- Restaurante Casa dos Frangos
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